Meus Ovos

03
out

O que você pensaria se um submarino surgisse no meio de uma rua movimentada? A descrição parece de um fato impossível, mas isto aconteceu em Milão, na Itália. A torre de um submarino apareceu no meio de Via dei Mercanti, uma das ruas mais centrais da cidade italiana, próxima a Catedral do Duomo.

O que ninguém conseguiu antecipar, porém, foi que o imprevisto era na verdade uma ação publicitária. Muitos turistas e moradores ficaram atordoados, pensando ser um acidente real, pois a torre apareceu durante a noite. Para deixar a cena ainda mais realista foram mobilizados os bombeiro e a polícia, e um carro – aparentemente danificado pelo submarino, foi posicionado perto da torre.

A campanha publicitária lançada sob o lema “Tudo pode acontecer” foi feita para uma companhia de seguros, a Europe Assistance Italia, e idealizada por uma agência internacional. A ação terminou mobilizando autoridades locais que não sabiam da gravação.

O vídeo do submarino emergindo em Milão, filmado para aparecer um acidente real, foi postado no Youtube recentemente, tornando-se viral em poucas horas. “Venha nos visitar, a primeira loja de proteção da Itália, para ajudá-lo a com todas as soluções que protegem os aspectos de sua vida”, diz a descrição do vídeo postado no canal da seguradora no YouTube.

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03
out

Geralmente gostamos de pensar que somos pessoas de fortes convicções morais e opiniões bem embasadas. Mas um experimento mostrou, de um jeito até bem bobo, que a verdade não é bem essa.
O cientista cognitivo Lars Hall, da Universidade de Lund, na Suécia, pediu para que 160 voluntários preenchessem um questionário de duas páginas em que precisavam dizer se concordavam ou não com 12 frases com considerações morais sobre vários temas, da prostituição ao conflito entre Israel e Palestina.
Mas havia um truque: escondidas por baixo das afirmações da primeira página havia outras – duas delas significando exatamente o oposto do que diziam as de cima. Por exemplo, se uma se dizia a favor da espionagem governamental de e-mails pessoais de cidadãos para combater o crime e o terrorismo, a outra se dizia contra. Além disso, a prancheta usada para segurar as páginas tinha um pouco de cola na parte de trás. Assim, quando se virava a primeira página do questionário para preencher a segunda, as perguntas de cima grudavam na prancheta, revelando as afirmações de baixo – mas mantendo intactas as respostas marcadas pelos voluntários.
Depois de responder tudo, eles tiveram de ler em voz alta três das afirmações – incluindo as duas que haviam sido alteradas, e explicar por que haviam dito que concordavam ou discordavam delas. O resultado foi que 53% dos participantes não apenas não notou as mudanças nas afirmações como ainda argumentou fortemente por uma posição que era o oposto do que eles pensavam no início. Quem disse inicialmente concordar com a espionagem de e-mails, por exemplo, argumentou contra isso quando os pesquisadores os fizeram pensar que eles haviam dito que eram contra.
Em outras palavras, o estudo (publicado mês passado na revista PLoS ONE) provou que, se você é enganado de modo a achar que acredita em algo, será capaz de encontrar suas próprias razões para endossar essa opinião.
Os autores já haviam identificado esse efeito – que eles chamam de “choice blindness”, ou algo como cegueira da escolha – em outras áreas como o gosto e cheiro de coisas e escolhas estéticas. Isso mostra, para Hall, quão abertas e flexíveis as pessoas na verdade são. Agora, a ideia é usar esse método de “trapaça” para testar a firmeza de opiniões sobre temas mais presentes no dia a dia dos voluntários.
(Via Nature).

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03
out

maconha1

É quando o câncer se espalha pelo corpo que o bicho pega – fica ainda mais difícil conter a evolução da doença. Mas agora cientistas da Califórnia parecem ter encontrado um remédio capaz de frear esse processo de metástase em vários tipos de câncer. E ele está escondido dentro da planta da maconha.

Mais precisamente num composto da erva chamado cannabidiol, que não tem nenhum efeitopsicoativo. Num teste de laboratório, os pesquisadores Pierre Desprez e Sean McAllisteraplicaram a substância em células com altos níveis de ID-1, um gene cancerígeno responsável pela metástase. E aí as células pararam de se reproduzir loucamente. Ou seja, voltaram ao normal.

No início, os testes foram feitos apenas em tumores de mama. Mas deu tão certo que os pesquisadores passaram a testar em outros tipos agressivos de câncer, como o de cérebro ou próstata. E funcionou. O próximo passo é fazer o teste em humanos.

Só um alerta: nesse caso, fumar maconha não ajuda em nada. Para surtir efeito, a concentração de cannabidiol precisa ser bem maior do que a encontrada em um baseado.

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03
out

celular-e-bebida
Vai dizer que to mentindo!!! kkkkkkkkkk

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02
out


Essa tirava foto no espelho pra postar no facebook. kkkkkkkkkk

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02
out

nao_sei_O_que_foi_pior

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02
out

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13
set

Claudia Leite, Ivete Santagalo… Comprem o abadá  e vamos para a micareta Rock in Rio

rock_in_rio

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13
set

blobfish
Blobfish ganha a eleição e se torna o mascote da Ugly Animal Preservation Society

Muito bem… Esse negócio não tem nem nome em português (quer dizer, até tem – peixe-bolha). Em inglês, é chamado de Blobfish. O nome científico é Psychrolutes marcidus. Se você quiser ter um particular com essa criatura, terá que viajar até a Austrália (terra dos bichos estranhos) e para a Tasmânia (que nada mais é que uma ilha perto da Austrália).

Uma vez lá, você deve estar munido dos melhores pulmões do mundo e uma cápsula submarina. Por quê? A moradia dessa.. hã.. coisa, fica entre 1 e 1,3 quilômetro abaixo do nível do mar. A pressão lá é dúzias de vezes maior que ao nível do mar. Quando conseguir superar esse pequeno problema, você poderá observar que esse animal é, na verdade, uma massa gelatinosa, levemente menos densa que a água. Como a pressão lá embaixo é muito grande, há um certo equilíbrio que permite que o bicho flutue entre as pedras sem gastar energia. Ele ainda consegue caçar, camuflando-se entre as pedras.

Será que o George Lucas se inspirou no belo peixe para criar o Jabba???

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13
set

chorao
A discussão é antiga: será que em pessoas criativas e com dons artísticos há maior incidência de doenças mentais como bipolaridade, depressão e abuso de drogas? Logo de cara já dá para pensar em vários exemplos: Amy Winehouse, Sylvia Plath (foto), Kurt Cobain, Chorão …

Pois pesquisadores do Karolinska Institutet, na Suécia, analisaram o histórico de quase 1,2 milhão de pacientes e seus familiares e confirmaram essa hipótese. No ano passado, a equipe já havia mostrado que há uma porcentagem maior de artistas e cientistas em famílias onde o transtorno bipolar e a esquizofrenia estão presentes do que na população em geral.

Agora, eles expandiram o estudo para abranger outros diagnósticos psiquiátricos, como depressão, ansiedade, abuso de álcool, uso de drogas, autismo, TDAH, anorexia nervosa e suicídio, e incluíram pessoas em atendimento ambulatorial em vez de pacientes exclusivamente hospitalares.

Os resultados confirmaram os do estudo anterior: o transtorno bipolar novamente se mostrou mais comum entre pessoas com profissões artísticas ou científicas, como bailarinos, pesquisadores, fotógrafos e escritores, do que na população geral. Mas, tirando o transtorno bipolar, os indivíduos com profissões criativas não mostraram maior propensão a sofrer de transtornos psiquiátricos em relação aos outros.

“No entanto, ser um escritor está especificamente associado com maior probabilidade de se ter esquizofrenia, transtorno bipolar, depressão, transtornos de ansiedade e abuso de drogas”, diz o estudo. E tem mais: eles foram quase 50% mais propensos a cometer suicídio do que as outras pessoas. Estão aí Sylvia Plath, Virginia Woolf e Ernest Hemingway como exemplo.

Será que são as doenças que levam a pessoa para essas profissões ou o contrário? Em todo caso, de acordo com Simon Kyaga, um dos autores do estudo, tal associação entre a criatividade e a doença mental dá motivos para se reconsiderar a forma como ela é tratada. “Na psiquiatria e medicina em geral, tem havido uma tradição de se ver o problema como algo em preto-e-branco e há o esforço para tratar o paciente removendo tudo o que for considerado mórbido”, diz ele no Medical Xpress. “Mas, se alguém acredita que certos fenômenos associados a ele são benéficos para o paciente, isso abre o caminho para uma nova abordagem no tratamento. Nesse caso, médico e paciente devem chegar a um acordo sobre o que deve ser tratado, e a que custo”, completa.

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